Empatia: “Ter ou não ter, eis a questão!”

 Empatia: “Ter ou não ter, eis a questão!”
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Por Marluci Zanelato

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Estamos vivendo tempos adversos. Atualmente, é preciso ter tolerância e equilíbrio para estabelecer uma convivência saudável em todos os aspectos.

O mundo foi desconstruído e em um piscar de olhos. Um vírus foi capaz de mudar sensações e sentimentos, no qual fomos impulsionados a viver uma realidade surreal. Todos os dias, nós seres humanos tentamos compreender o incompreensível.

Líderes religiosos, políticos, cientistas, médicos, grandes pensadores e toda a sociedade em geral estão em busca de respostas. Portanto, vejamos inúmeras facetas que se dirige a intolerância, incompreensão e uma infinidade de discussões infundadas.

As relações familiares antes esfaceladas ganharam um folego tendo a oportunidade de se recompor. Só que o contraditório se estabelece com inúmeros finais de relacionamento, nem um pouco amistosos devido à convivência confinante.

E é nessa junção conflitante de emoções que a empatia nossa de cada dia se faz tão necessária, na proporção que é pouco praticada.

Na psicologia e nas neurociências contemporâneas a empatia é uma “espécie de inteligência emocional”, sendo dividida de forma cognitiva, relacionada com a capacidade de compreender a perspectiva psicológica das outras pessoas. Já a afetiva está relacionada com habilidade de experimentar reações emocionais por meio de observação da experiência alheia.

A verdade é que em tempos adversos e incertos devemos exercitar mais o altruísmo, tendo como base a compreensão e o entendimento de que tudo passa ao redor dos olhos, ouvidos e boca. O remédio está na gratidão e a positividade, que nos cura de todos os males que este mundo ainda há de plantar.

Marluci Zanelato
Jornalista do caderno de Comportamento & Cultura. Pós Graduanda em Marketing Digital pela Faculdade Metropolitana.

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