Eleições 2022: Solidariedade quer ampliar bancadas na Alesp e Câmara

 Eleições 2022: Solidariedade quer ampliar bancadas na Alesp e Câmara

Por Marcelo Damasceno

Após eleger quatro prefeitos, 27 vice-prefeitos e 144 vereadores nas eleições municipais de 2020 no estado de São Paulo, a executiva estadual do Solidariedade busca ampliar a sua representatividade na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e na Câmara Federal nas eleições deste ano.

Em conversa com o Jornal Digital da Região, o presidente da sigla e deputado estadual, Alexandre Pereira, no final de 2021, afirmou que a executiva do partido está trabalhando na composição das chapas de candidatos e candidatas a deputados e deputadas estadual e federal nas cidades paulistas.

“Vamos trabalhar para fazer uma grande bancada a fim de dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito não só no estado de São Paulo, mas em todo o país, que é promover a melhoria da qualidade de vida da população. Com o apoio e compromisso das nossas lideranças e filiados, estamos confiantes que teremos bons resultados”, afirmou o deputado.

Quando questionado sobre os possíveis nomes das cidades da Região Oeste da Grande São Paulo – Barueri, Cotia, Carapicuíba, Jandira, Itapevi, Osasco, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus – o deputado disse que os nomes dos pré-candidatos e pré-candidatas ainda não estão definidos.  Apesar da sigla contar com duas pré-candidatas filiadas ao Solidariedade na região, a Professora Sônia e Mari Tavelli, ambas segundas colocadas nas disputas pelas prefeituras, respectivamente, de Carapicuíba e Barueri em 2020.

De olho na diversidade, o deputado reforça que Solidariedade defende a igualdade de gênero e racial na política, ao ministrar curso de formação política para mulheres, por meio do Lidera+, com foco em disputa política e exercício do mandato.  Além de garantir a participação de grupos minorizados no partido.

“Através da Secretaria Nacional da Igualdade Social o Solidariedade defende as pautas de grupos classificados como minoritários como negros, indígenas, povos tradicionais, LGBTQIA+, entre outros movimentos sociais, atuando em atividades que combatam a discriminação social e desigualdade, estimulando o respeito, reconhecimento e representatividade destes grupos, com garantia de trabalho, educação, saúde, cultura e representação política.

 

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