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	<title>Artigos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Artigos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Vencer Messi em seu último tango valorizou ainda mais o título da Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 02:12:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi A Copa do Mundo terminou com o merecido título da Espanha, agora bicampeã mundial, assim como França e Uruguai. Mas também teria sido especial ver o tetra argentino no último tango de Lionel Messi, o maior gênio dessa geração e, simplesmente, um dos maiores jogadores de todos os tempos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>A Copa do Mundo terminou com o merecido título da Espanha, agora bicampeã mundial, assim como França e Uruguai. Mas também teria sido especial ver o tetra argentino no último tango de Lionel Messi, o maior gênio dessa geração e, simplesmente, um dos maiores jogadores de todos os tempos.</p>
<p>Aos 39 anos, Messi fez mais uma grande Copa do Mundo. Conduziu a Argentina pela terceira vez a uma final de Mundial. Foi campeão em 2022, no Catar, e encerrou sua trajetória em Copas com dois vice-campeonatos, ambos após derrotas por 1 a 0 na prorrogação: para a Alemanha, em 2014, no Brasil, e agora para a Espanha, nos Estados Unidos.</p>
<p>A Argentina jogou com garra durante toda a competição e mostrou que venderia caro qualquer derrota, como aconteceu na decisão. Por isso, as lágrimas de Messi ao receber a medalha de vice-campeão valorizam ainda mais a conquista espanhola e também doem na minha alma, porque sempre fui um grande admirador do camisa 10 da Scaloneta.</p>
<p>O bicampeonato da Fúria, que havia levantado a taça pela primeira vez na África do Sul, em 2010, coroa o trabalho coletivo do técnico Luis de la Fuente e de uma geração talentosíssima, formada por jogadores como Rodri, eleito o melhor da Copa, Oyarzabal, Dani Olmo, Ferran Torres, Pedri e Cubarsí, entre outros. A equipe ainda se isolou como dona da maior sequência invicta da história das seleções nacionais, com 38 partidas sem perder.</p>
<p>Depois de uma semifinal praticamente perfeita diante da França, uma das grandes favoritas, a Espanha encarou a final da mesma maneira: buscando o gol a todo momento, impondo seu estilo de jogo e fazendo por merecer o título, mesmo que ele só tenha sido confirmado na prorrogação.</p>
<p>Vejo uma seleção espanhola pronta para lutar pelo tricampeonato em 2030, ano em que o Brasil voltará a perseguir o sonho do hexacampeonato e em que, infelizmente, já não deveremos ter o privilégio de ver Messi desfilar pelos gramados de uma Copa do Mundo.</p>
<p>Conquistar um Mundial já é algo extraordinário. Mas fazê-lo justamente na despedida de um craque que representa tanto para a história do futebol torna esse título ainda mais valioso.</p>
<p><strong>Parabéns, Espanha!</strong></p>
<p>A minha Seleção da Copa</p>
<p>Ao longo do Mundial, acompanhei jogadores que brilharam intensamente e outros que ficaram abaixo das expectativas. Sendo assim, esta é a minha Seleção da Copa do Mundo de 2026:</p>
<p>Pickford (Inglaterra); Pedro Porro (Espanha), Cubarsí (Espanha), Cuti Romero (Argentina) e Cucurella (Espanha); Rodri (Espanha), Declan Rice (Inglaterra) e Jude Bellingham (Inglaterra); Messi (Argentina); Mbappé (França) e Haaland (Noruega). Técnico: Lionel Scaloni (Argentina).</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação e comanda o Podcast “Bora Saber +”.</p>
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		<title>Agenda cultural: São Paulo em Cena: A cultura que transforma a cidade e aproxima pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da descentralização dos grandes festivais à intensa programação de museus, teatros e centros culturais, São Paulo reafirma seu protagonismo como a capital brasileira da cultura, mostrando que a arte é também desenvolvimento, inclusão e identidade. São Paulo nunca foi apenas uma cidade de grandes números. É a cidade dos encontros, da diversidade e da criatividade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3" style="text-align: left;">Da descentralização dos grandes festivais à intensa programação de museus, teatros e centros culturais, São Paulo reafirma seu protagonismo como a capital brasileira da cultura, mostrando que a arte é também desenvolvimento, inclusão e identidade.</p>
<p class="s4">São Paulo nunca foi apenas uma cidade de grandes números. É a cidade dos encontros, da diversidade e da criatividade. Em cada bairro existe uma identidade cultural construída por diferentes povos, tradições e manifestações artísticas que fazem da capital paulista um dos mais importantes polos culturais da América Latina.</p>
<p class="s4">Em 2026, esse cenário ganha, um novo significado. A cultura deixa definitivamente de estar concentrada na região central para ocupar todas as regiões da cidade. A recente Virada Cultural consolidou um modelo que aproxima artistas, equipamentos públicos e população, levando centenas de atrações gratuitas às zonas Norte, Sul, Leste e Oeste.</p>
<p class="s4">Mais do que democratizar o acesso, essa estratégia fortalece a economia criativa. Restaurantes recebem mais clientes, hotéis ampliam a ocupação, o comércio local cresce, pequenos empreendedores encontram novas oportunidades e o turismo cultural ganha força. A arte passa a ser também uma ferramenta de desenvolvimento econômico.</p>
<p class="s4">Esse movimento valoriza os artistas independentes, os coletivos culturais e os espaços comunitários, permitindo que novos talentos encontrem visibilidade sem depender exclusivamente dos grandes circuitos tradicionais. A cultura torna-se mais próxima da realidade das pessoas e fortalece o sentimento de pertencimento.</p>
<p class="s4">Outro aspecto que merece destaque é a pluralidade. São Paulo reúne manifestações que dialogam com diferentes origens e gerações: teatro, música, dança, literatura, cinema, arte urbana, cultura indígena, afro-brasileira, oriental, nordestina e tantas outras expressões que convivem harmoniosamente em uma metrópole marcada pela diversidade.</p>
<p class="s4">Em tempos de hiperconectividade, cresce também o desejo pelas experiências presenciais. O público volta a ocupar museus, teatros, bibliotecas, centros culturais e espaços públicos em busca de convivência, conhecimento e inspiração. A cultura reafirma seu papel de aproximar pessoas em uma sociedade cada vez mais digital.</p>
<p class="s4">O desafio agora é garantir que esse avanço não aconteça apenas durante os grandes festivais. Investimentos permanentes em equipamentos culturais, políticas públicas consistentes e incentivo à produção artística serão fundamentais para consolidar São Paulo como referência internacional em criatividade, inovação e acesso democrático à cultura.</p>
<p class="s4"><strong>Programe-se:</strong></p>
<p class="s4"><span class="s5">T</span><span class="s6">ick</span><span class="s6">, </span><span class="s6">Tick</span><span class="s6">… BOOM! – Teatro </span><span class="s6">Viradalata</span></p>
<p class="s4">Até 19 de Julho</p>
<p class="s4">Um dos musicais mais celebrados dos últimos anos, inspirado na obra de Jonathan Larson, emociona o público ao abordar sonhos, escolhas e a paixão pela arte.</p>
<p class="s4"><span class="s7"> </span></p>
<p class="s4"><span class="s6">FUNK: Um Grito de Ousadia e Liberda</span><span class="s6">de – Museu da Língua Portuguesa</span></p>
<p class="s4">Em cartaz durante a temporada de inverno</p>
<p class="s4">A exposição revela a importância do funk como movimento cultural e expressão da identidade brasileira contemporânea.</p>
<p class="s4"><span class="s6">M</span><span class="s6">acunaíma é </span><span class="s6">Duwid</span><span class="s6"> – Pina Estação</span></p>
<p class="s4">Até 13 de Setembro</p>
<p class="s4">Artistas indígenas contemporâneos reinterpretam a obra de Mário de Andrade em uma mostra inovadora e sensível.</p>
<p class="s4"><span class="s6">Programação Esp</span><span class="s6">ecial de Férias – Itaú Cultural</span></p>
<p class="s4">Até 31 de Julho</p>
<p class="s4">Shows, espetáculos, oficinas, exposições e atraçõesgratuitas para toda a família.</p>
<p class="s4"><span class="s6">Museu do Futebol</span></p>
<p class="s4">Programação especial durante todo o mês de Julho</p>
<p class="s4">Atividades que unem esporte, memória e cultura, proporcionando uma experiência interativa para todas as idades.</p>
<p class="s4">Na sequência, <span class="s2">a</span><span class="s2">gosto</span> promete movimentar a cena cultural paulistana com uma programação diversificada e atrações para todos os públicos. Em breve apresentaremos a agenda completa.</p>
<p class="s4">* Programação especial da <span class="s2">Japan</span> <span class="s2">House</span> São Paulo, com novas exposições e atividades culturais.</p>
<p class="s4">* Temporada de espetáculos no <span class="s2">Theatro</span><span class="s2"> Municipal</span> de São Paulo.</p>
<p class="s4">* Novas exposições no <span class="s2">MASP</span>, reunindo grandes nomes da arte nacional e internacional.</p>
<p class="s4">* Festivais gastronômicos e feiras culturais espalhados pela capital.</p>
<p class="s4">* Programação de música, dança e teatro do <span class="s2">SESC</span> São Paulo, em diversas unidades da cidade.</p>
<p class="s4">Vale a pena conferir!</p>
<p class="s4">
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		<title>Case de Sucesso &#124; Éry Pires transforma precisão diagnóstica em referência para a cardiologia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Case de sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Case de Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Éry Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista em eletrocardiografia, Holter 24h e MAPA, profissional alia excelência técnica, atualização constante e reconhecimento da comunidade médica para elevar a segurança nos diagnósticos cardiovasculares Por Aline Barros Na medicina moderna, a rapidez e a precisão na interpretação de exames cardíacos podem ser determinantes para salvar vidas. Em um cenário onde a cardiologia exige profissionais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Especialista em eletrocardiografia, Holter 24h e MAPA, profissional alia excelência técnica, atualização constante e reconhecimento da comunidade médica para elevar a segurança nos diagnósticos cardiovasculares</strong></em></p>
<p>Por Aline Barros</p>
<p>Na medicina moderna, a rapidez e a precisão na interpretação de exames cardíacos podem ser determinantes para salvar vidas. Em um cenário onde a cardiologia exige profissionais altamente especializados, Éry Silva Souza Pires consolidou sua trajetória como um dos grandes nomes na análise avançada de exames cardiológicos, tornando-se referência em eletrocardiografia, Holter 24 horas e Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA).</p>
<p>Sua atuação vai muito além da emissão de laudos. Cada exame analisado representa uma contribuição direta para decisões clínicas mais seguras, tratamentos mais assertivos e maior qualidade na assistência aos pacientes. É justamente essa combinação entre conhecimento técnico, responsabilidade e compromisso com a vida que faz de sua história um verdadeiro case de sucesso.</p>
<p><strong>Excelência técnica que gera confiança</strong></p>
<p>Ao longo de sua carreira, Éry construiu uma reputação baseada na precisão diagnóstica e na constante busca por atualização científica. Seu trabalho é reconhecido por cardiologistas e instituições de referência, que encontram em seus laudos um importante suporte para a condução de casos clínicos complexos.</p>
<p>Especializada na identificação de alterações cardíacas e arritmias muitas vezes imperceptíveis em avaliações convencionais, a profissional atua como uma parceira estratégica dos médicos, oferecendo análises detalhadas que contribuem para diagnósticos mais precoces e maior segurança no atendimento.</p>
<p><strong>Reconhecimento da comunidade médica</strong></p>
<p>O reconhecimento de profissionais renomados reforça a credibilidade construída por Éry ao longo dos anos.</p>
<p>Entre eles está o cardiologista Dr. Uadson S. Barreto, que destaca:</p>
<p>“Éry Pires alia excelência técnica, ética profissional e um olhar humano que faz toda a diferença na vida dos pacientes. Seu trabalho é sinônimo de confiança, precisão e compromisso com a medicina de qualidade.”</p>
<p>Além dele, diversos especialistas validam sua atuação, evidenciando a confiança conquistada dentro da cardiologia brasileira.</p>
<p><strong>Atualização constante como diferencial</strong></p>
<p>Em um segmento que evolui diariamente, manter-se atualizada deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade. Éry investe continuamente em aperfeiçoamento técnico e científico, acompanhando as melhores práticas da medicina diagnóstica para oferecer análises cada vez mais precisas.</p>
<p>Essa dedicação permite que sua atuação acompanhe os avanços tecnológicos e contribua diretamente para elevar o padrão de qualidade dos serviços prestados em clínicas, hospitais e centros especializados.</p>
<p><strong>Um legado construído pela precisão</strong></p>
<p>A história de Éry Silva Souza Pires demonstra que excelência profissional é resultado da união entre conhecimento, experiência, ética e compromisso com a vida.</p>
<p>Mais do que interpretar exames, ela entrega segurança aos médicos, confiança aos pacientes e contribui para uma cardiologia mais eficiente, humana e precisa.</p>
<p>Seu trabalho confirma que a hiperespecialização é um dos pilares da medicina contemporânea e a posiciona como uma profissional de destaque na cardiologia diagnóstica brasileira, transformando conhecimento técnico em resultados que fazem a diferença todos os dias.</p>
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		<item>
		<title>Lei de Cotas: 35 anos de um compromisso com a inclusão que precisa ser fortalecido</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lei-de-cotas-35-anos-de-um-compromisso-com-a-inclusao-que-precisa-ser-fortalecido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Elsa Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[compromissos]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Cotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 24, a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência completa 35 anos. Mais do que uma data simbólica, este é um momento de reflexão sobre os avanços conquistados, os desafios que ainda persistem e, principalmente, sobre a responsabilidade de toda a sociedade em garantir que o direito ao trabalho seja, de fato, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 24, a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência completa 35 anos. Mais do que uma data simbólica, este é um momento de reflexão sobre os avanços conquistados, os desafios que ainda persistem e, principalmente, sobre a responsabilidade de toda a sociedade em garantir que o direito ao trabalho seja, de fato, um direito de todos.</p>
<p>A Lei nº 8.213, de 1991, estabeleceu que empresas com 100 ou mais funcionários devem reservar um percentual de suas vagas para pessoas com deficiência ou reabilitadas pelo INSS. Seu objetivo é promover o direito ao acesso ao mercado de trabalho formal, garantindo às pessoas com deficiência autonomia, renda, autoestima e participação ativa na vida econômica do país.</p>
<p>Mas é importante reconhecer que a inclusão não se resume ao cumprimento de uma obrigação legal. Ela exige mudança de cultura, acessibilidade, qualificação profissional, adaptação dos ambientes de trabalho e, acima de tudo, o combate ao preconceito, que ainda representa uma das maiores barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência.</p>
<p>Durante minha trajetória como secretária de Emprego, Trabalho e Renda de Osasco, acompanhei de perto histórias de homens e mulheres extremamente qualificados que encontravam dificuldades simplesmente porque parte da sociedade insistia em enxergar suas limitações antes de reconhecer suas capacidades. Essa realidade mostra que a Lei de Cotas continua sendo indispensável para corrigir uma desigualdade histórica e abrir portas que, muitas vezes, permaneceriam fechadas.</p>
<p>Também é importante lembrar que essa legislação enfrentou, em um passado relativamente recente, tentativas de flexibilização e de enfraquecimento. Sob diferentes argumentos, houve propostas que poderiam reduzir sua efetividade justamente em um momento em que ainda estamos longe de alcançar uma inclusão plena no mercado de trabalho. Felizmente, a mobilização de entidades, trabalhadores, empresas comprometidas e representantes da sociedade civil demonstrou que a Lei de Cotas não é um privilégio. É um instrumento de justiça social e de promoção da igualdade de oportunidades.</p>
<p>Defender essa legislação é defender um modelo de sociedade mais justo, onde o talento, a competência e a dedicação sejam os verdadeiros critérios de valorização profissional.</p>
<p>Hoje, como vereadora e presidente da Frente Parlamentar de Geração de Emprego, Trabalho, Renda e Desenvolvimento Econômico de Osasco, um grupo suprapartidário da Câmara Municipal dedicado a debater, fiscalizar e propor políticas públicas voltadas ao crescimento econômico com inclusão social, reafirmo esse compromisso. Gerar empregos também significa garantir que esses empregos sejam acessíveis a todos.</p>
<p>Nossa cidade tem vocação para o desenvolvimento, mas esse desenvolvimento só será completo se ninguém ficar para trás. Crescimento econômico e inclusão caminham juntos. Uma empresa diversa é mais inovadora, mais humana e mais preparada para compreender a pluralidade da sociedade.</p>
<p>Celebrar os 35 anos da Lei de Cotas não significa dizer que a missão está cumprida. Pelo contrário. É reconhecer que a lei continua sendo uma ferramenta essencial para assegurar direitos, combater desigualdades e ampliar oportunidades. O desafio agora é fortalecer sua aplicação e, sobretudo, sua FISCALIZAÇÃO, investir em qualificação profissional, ampliar a acessibilidade e incentivar uma cultura que enxergue as pessoas com deficiência por aquilo que elas realmente são: profissionais capazes, competentes e fundamentais para a construção de um mercado de trabalho mais diverso e mais justo.</p>
<p>Defender a Lei de Cotas é defender dignidade. É defender cidadania. É defender o direito de cada pessoa ocupar seu espaço por mérito, talento e capacidade, sem que a deficiência seja um obstáculo para a realização de seus sonhos.</p>
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		<title>Sete títulos mundiais em campo nas semifinais: quem levantará a taça?</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sete-titulos-mundiais-em-campo-nas-semifinais-quem-levantara-a-taca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 23:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Jairo Giovenardi]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Taça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi Argentina, Espanha, França e Inglaterra são as semifinalistas da Copa do Mundo de 2026. Em campo, estarão sete títulos mundiais: três argentinos, dois franceses, um espanhol e um inglês. É a primeira vez desde a Copa de 1990 que quatro campeões do mundo chegam juntos às semifinais. De lá para [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sete-titulos-mundiais-em-campo-nas-semifinais-quem-levantara-a-taca/">Sete títulos mundiais em campo nas semifinais: quem levantará a taça?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>Argentina, Espanha, França e Inglaterra são as semifinalistas da Copa do Mundo de 2026. Em campo, estarão sete títulos mundiais: três argentinos, dois franceses, um espanhol e um inglês. É a primeira vez desde a Copa de 1990 que quatro campeões do mundo chegam juntos às semifinais. De lá para cá, sempre houve espaço para pelo menos uma surpresa.</p>
<p>As quatro seleções chegam às semifinais em igualdade de condições e com absoluto merecimento. Foram mais competentes, inteligentes e eficientes que as demais ao longo da competição e conquistaram o direito de disputar a reta decisiva do Mundial. Agora, qualquer desfecho parece possível.</p>
<p>Para não ficar em cima do muro, porém, vejo França e Inglaterra com uma ligeira vantagem sobre Espanha e Argentina, respectivamente.</p>
<p>A França, que busca o tricampeonato que escapou no Catar, tenta alcançar também sua terceira final consecutiva de Copa do Mundo e conta com pelo menos quatro jogadores capazes de decidir uma partida: Mbappé, Dembélé, Olise e Désiré Doué. Se enfrentar a Inglaterra na decisão, será a reedição das quartas de final de 2022, quando os franceses levaram a melhor. Se o adversário for a Argentina, teremos a aguardada revanche da final do Catar e o terceiro encontro consecutivo entre as duas seleções em Copas, já que, em 2018, na Rússia, a França eliminou os argentinos do técnico Sampaoli nas oitavas num 4 a 3 memorável, antes de cair diante da Scaloneta na inesquecível final de 2022.</p>
<p>A Inglaterra, porém, terá primeiro o desafio de superar uma Argentina tão talentosa quanto resiliente, embora carregue o desgaste físico acumulado ao longo da competição. Se voltar à decisão de uma Copa depois de 60 anos, poderá reencontrar a França em uma revanche das quartas de 2022 ou medir forças novamente com a Espanha, algoz inglesa na final da última Eurocopa.</p>
<p>A Fúria, que ainda convive com a preocupação em torno das condições físicas de Lamine Yamal, sofreu apenas um gol em toda a Copa e coloca em campo um retrospecto recente bastante favorável diante da França, com duas vitórias em confrontos decisivos: um histórico 5 a 4 na semifinal da Nations League de 2025 e o triunfo por 2 a 1 na semifinal da Eurocopa de 2024.</p>
<p>Para a Argentina, atual campeã mundial, o sonho do tetracampeonato passa por uma semifinal carregada de significado. Lionel Scaloni afirmou que “é apenas um jogo de futebol”, mas a história entre argentinos e ingleses em Copas do Mundo mostra que há muito mais em jogo.</p>
<p>O primeiro encontro aconteceu em 1962, no Chile, com vitória inglesa por 3 a 1. Quatro anos depois, jogando em casa, a Inglaterra venceu novamente, desta vez por 1 a 0, em uma partida que ajudou a moldar a rivalidade entre as duas seleções. O capitão da Albiceleste, Rattín, foi expulso pelo árbitro alemão Rudolf Kreitlein, que precisou fazer gestos para que ele deixasse o campo, pois os cartões ainda não existiam. Indignado, o volante argentino demorou a sair do gramado, comeu chocolates lançados pelos torcedores ingleses, amassou a bandeira do Reino Unido hasteada no escanteio e ainda se sentou no tapete vermelho reservado à Rainha Elizabeth II.</p>
<p>Em 1986, Maradona marcou, na mesma partida, um gol de mão e aquele que seria eternizado como o mais bonito da história das Copas, conduzindo sua seleção à vitória em um confronto para sempre associado às feridas da Guerra das Malvinas. Em 1998, nas oitavas de final disputadas na França, os argentinos voltaram a levar a melhor, desta vez nos pênaltis, após a expulsão de David Beckham. Já em 2002, veio o troco inglês: Beckham marcou, de pênalti, o gol da vitória que complicou a campanha da equipe comandada por Marcelo Bielsa ainda na fase de grupos.</p>
<p>Mais de seis décadas depois do primeiro encontro em Copas, Inglaterra e Argentina voltam a se enfrentar valendo muito mais do que uma vaga na final. As duas seleções carregam para o gramado uma das rivalidades mais emblemáticas da história do futebol.</p>
<p>Quatro campeãs do mundo permanecem na disputa com um único objetivo: erguer, no próximo domingo (19), a taça mais cobiçada do futebol, no MetLife Stadium. Qualquer campeã terá escrito mais um capítulo marcante da história das Copas.</p>
<p>Teremos a Inglaterra encerrando um jejum de 60 anos e conquistando seu segundo título? A Espanha repetirá a glória de 2010 na África do Sul e levantará sua segunda taça? A França conquistará um histórico tricampeonato? Ou a Argentina alcançará o tetracampeonato embalada pela liderança e pelo sangue de Messi, símbolo da resistência demonstrada pela equipe em sucessivas batalhas nesta Copa? Hoje, acredito que a França esteja mais perto do tricampeonato. Mas, se o destino reservar um céu azul e branco para os argentinos, poucos poderão dizer que o futebol escreveu um final mais poético.</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</p>
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		<title>Lerrane Cunha Pires ganha destaque no setor empresarial ao liderar projetos de ESG e descarbonização industrial</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lorrane-cunha-pires-ganha-destaque-no-setor-empresarial-ao-liderar-projetos-de-esg-e-descarbonizacao-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Case de sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista em engenharia ambiental e governança corporativa, profissional atua na implementação de estratégias que fortalecem a sustentabilidade e a competitividade das empresas no mercado nacional e internacional Por Aline Barros Em um cenário em que sustentabilidade, inovação e responsabilidade corporativa deixaram de ser diferenciais para se tornarem fatores decisivos para o crescimento das empresas, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Especialista em engenharia ambiental e governança corporativa, profissional atua na implementação de estratégias que fortalecem a sustentabilidade e a competitividade das empresas no mercado nacional e internacional</em></strong></p>
<p><strong>Por Aline Barros</strong></p>
<p>Em um cenário em que sustentabilidade, inovação e responsabilidade corporativa deixaram de ser diferenciais para se tornarem fatores decisivos para o crescimento das empresas, a engenheira ambiental Lerrane Cunha Pires vem se consolidando como um dos principais nomes da nova geração de líderes em ESG (Environmental, Social and Governance) e descarbonização industrial.</p>
<p>Com sólida formação em Engenharia Ambiental e Sanitária, além de especializações em Perícia e Auditoria Ambiental e Governança Corporativa Socioambiental, Lerrane construiu uma trajetória pautada pela excelência técnica e pela implementação de soluções voltadas à redução de emissões, eficiência operacional e conformidade ambiental.</p>
<p>Atualmente, ocupa uma posição estratégica na liderança da área de Meio Ambiente de uma das maiores indústrias do setor alimentício do Brasil, onde coordena projetos que contribuem diretamente para a redução dos impactos ambientais, otimização de processos e fortalecimento das políticas de sustentabilidade da empresa.</p>
<p>*ESG como vantagem competitiva*</p>
<p>A atuação de Lerrane vai além do cumprimento das exigências legais. Seu trabalho tem sido fundamental para transformar a agenda ESG em uma estratégia de negócios, gerando ganhos de eficiência, segurança regulatória e valorização corporativa.</p>
<p>Entre os projetos conduzidos pela engenheira está a elaboração de inventários de Gases de Efeito Estufa (GEE), desenvolvidos conforme as normas internacionais ISO 14064-1 e os padrões do GRI Standards, referências globais para empresas que buscam transparência e compromisso com a sustentabilidade.</p>
<p>Essas iniciativas permitem às organizações identificar oportunidades de redução de emissões, fortalecer a governança corporativa e atender às crescentes exigências de investidores e mercados internacionais.</p>
<p>Reconhecimento técnico e atuação pública</p>
<p>Além do trabalho desenvolvido na iniciativa privada, Lorrane também exerce papel de destaque na gestão pública ambiental. Ela integra o Conselho Municipal de Defesa e Conservação do Meio Ambiente (CODEMA) de Araxá (MG), participando da análise técnica e da deliberação de projetos que envolvem desenvolvimento econômico e preservação ambiental.</p>
<p>A atuação no conselho reforça seu reconhecimento profissional e demonstra a confiança depositada em sua capacidade técnica para contribuir com decisões que impactam diretamente o desenvolvimento sustentável da região.</p>
<p>*Sustentabilidade como estratégia para o futuro*</p>
<p>Com o avanço das políticas globais de redução das emissões de carbono e o fortalecimento das práticas ESG, empresas buscam cada vez mais profissionais capazes de unir conhecimento técnico, visão estratégica e liderança.</p>
<p>Nesse contexto, Lerrane Cunha Pires vem se destacando pela capacidade de desenvolver soluções que conciliam desempenho econômico, responsabilidade ambiental e inovação, tornando-se referência na implementação de projetos voltados à economia de baixo carbono.</p>
<p>Sua atuação acompanha uma tendência mundial em que sustentabilidade deixou de representar apenas uma obrigação regulatória e passou a ser um importante diferencial competitivo para organizações que desejam crescer de forma sólida e responsável.</p>
<p>Com experiência, conhecimento e resultados expressivos, Lerrane reforça o protagonismo brasileiro na engenharia ambiental e contribui para que empresas avancem rumo a um modelo de desenvolvimento mais eficiente, sustentável e preparado para os desafios do futuro.</p>
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		<title>O peso da camisa já não basta</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/o-peso-da-camisa-ja-nao-basta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 00:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Jairo Giovenardi]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Camisa]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Jogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi O sonho do hexacampeonato da Seleção Brasileira foi adiado para 2030. Com show de Erling Haaland, os comandados de Carlo Ancelotti perderam para a Noruega por 2 a 1 e se despediram da Copa do Mundo ainda nas oitavas de final. Foi a sexta derrota consecutiva do Brasil para uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>O sonho do hexacampeonato da Seleção Brasileira foi adiado para 2030. Com show de Erling Haaland, os comandados de Carlo Ancelotti perderam para a Noruega por 2 a 1 e se despediram da Copa do Mundo ainda nas oitavas de final.</p>
<p>Foi a sexta derrota consecutiva do Brasil para uma seleção europeia em confrontos de mata-mata de Copa do Mundo, sob o comando de cinco treinadores diferentes: França (2006, com Parreira), Holanda (2010, com Dunga), Alemanha (2014, com Felipão), Bélgica (2018, com Tite), Croácia (2022, também com Tite) e, agora, Noruega (2026, com Ancelotti).</p>
<p>Não bastou Alisson fazer uma grande Copa do Mundo, com defesas decisivas, inclusive diante da própria Noruega. Não bastaram a juventude e o talento de Endrick, que, mesmo com poucos minutos em campo durante o Mundial, teve uma grande oportunidade logo após entrar em campo contra os noruegueses. Não bastou Neymar voltar a ser convocado. O camisa 10, infelizmente, atuou pouco e encerrou mais uma Copa do Mundo sem conseguir levantar a tão sonhada taça.</p>
<p>Faltou Vini Júnior assumir a cobrança do pênalti no primeiro tempo. Faltou eficiência ao ataque, que parou em Orjan Nyland. Faltou ao Brasil um líder como Lionel Messi, capaz de transformar talento em confiança. Faltou um meio-campista com o controle de jogo de Martin Ødegaard, que acertou 93% dos passes da seleção norueguesa. E faltou à defesa impedir que Haaland decidisse o jogo. Contra um atacante desse nível, qualquer espaço costuma ser fatal.</p>
<p>Carlo Ancelotti terá tempo de sobra para conduzir um ciclo completo até a Copa do Mundo de 2030 e tentar repetir na Seleção Brasileira o sucesso que construiu nos maiores clubes do planeta. O treinador italiano já afirmou que pretende buscar novas ideias. Será necessário. O futebol mundial mudou, novas forças surgiram e a camisa amarela, por mais respeitada que seja, já não vence jogos sozinha. Para voltar ao topo, o Brasil precisará fazer muito mais do que confiar no peso da própria história.</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</p>
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		<title>Instituto Federal de Cotia: uma conquista que prepara o futuro!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/instituto-federal-de-cotia-uma-conquista-que-prepara-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 11:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar de Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Edgar de Souza &#8211; Chefe de Gabinete da Prefeitura de Cotia e Ex-prefeito de Lins Há obras que transformam uma paisagem. Outras transformam uma geração inteira. A implantação do Instituto Federal em Cotia pertence à segunda categoria. Mais do que um novo campus de ensino, o Instituto Federal em Cotia, representa um investimento estratégico [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/instituto-federal-de-cotia-uma-conquista-que-prepara-o-futuro/">Instituto Federal de Cotia: uma conquista que prepara o futuro!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Edgar de Souza &#8211; Chefe de Gabinete da Prefeitura de Cotia e Ex-prefeito de Lins</em></strong></p>
<p>Há obras que transformam uma paisagem. Outras transformam uma geração inteira. A implantação do Instituto Federal em Cotia pertence à segunda categoria. Mais do que um novo campus de ensino, o Instituto Federal em Cotia, representa um investimento estratégico na inteligência, na inovação e na capacidade de nossa cidade construir um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social.</p>
<p>Cotia consolidou, ao longo dos anos, sua vocação industrial, logística e de serviços. Agora, dá um passo decisivo para fortalecer também sua vocação como polo de conhecimento, tecnologia e pesquisa aplicada. O desenvolvimento do século XXI depende da capacidade de formar pessoas, produzir conhecimento e transformar inovação em oportunidades.</p>
<p>Os Institutos Federais cumprem exatamente esse papel. São reconhecidos pela excelência na formação técnica e tecnológica, aproximando ensino, pesquisa, extensão e setor produtivo. Sua presença estimula o surgimento de novos negócios, laboratórios, startups, pesquisa aplicada e um ambiente favorável à inovação.</p>
<p>Em Cotia, esse potencial ganha ainda mais força pela parceria entre o Governo Federal e a Prefeitura. Enquanto o Governo Federal investe cerca de R$ 43 milhões na implantação da unidade e garante sua estrutura de funcionamento, a Prefeitura realizou uma contrapartida superior a R$ 7 milhões para viabilizar o projeto.</p>
<p>Essa etapa exigiu decisão política e capacidade de estabelecer prioridades. Após permanecer paralisado no passado, o projeto foi retomado como uma das prioridades da gestão do prefeito Welington Formiga. Mesmo diante das limitações orçamentárias, a administração municipal fez os investimentos necessários para garantir que Cotia não perdesse essa oportunidade histórica.</p>
<p>Tive a satisfação de participar dos primeiros movimentos dessa retomada, ajudando a restabelecer o diálogo institucional que recolocou o Instituto Federal na agenda do município. A partir daí, sob a liderança do prefeito, a equipe da Prefeitura conduziu as etapas técnicas, administrativas e financeiras que tornaram essa conquista possível.</p>
<p>Talvez essa seja a maior lição desse projeto: grandes conquistas pertencem à cidade, não a governos ou partidos. Elas acontecem quando diferentes esferas de governo conseguem trabalhar em parceria, colocando o interesse público acima das divergências políticas.</p>
<p>Os jovens que estudarão naquele campus encontrarão muito mais do que salas de aula. Terão acesso à formação técnica de excelência, pesquisa científica, inovação e novas oportunidades profissionais. As empresas da região também serão beneficiadas, aproximando-se da produção de conhecimento e de uma mão de obra cada vez mais qualificada, fortalecendo a economia local e atraindo novos investimentos.</p>
<p>O Instituto Federal não é apenas uma escola. É um centro de conhecimento, empreendedorismo, ciência e desenvolvimento, capaz de aproximar universidade, empresas, poder público e sociedade na construção de uma cidade mais preparada para os desafios da economia do conhecimento.</p>
<p>Por isso, sua chegada deve ser celebrada como um patrimônio permanente de Cotia. Mais do que inaugurar um prédio, estamos inaugurando oportunidades. E poucas obras deixam um legado tão duradouro quanto aquela que transforma conhecimento em desenvolvimento.</p>
<p><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-61122 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Edgar-de-Souza-Oficial-225x300.png" alt="" width="225" height="300" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Edgar-de-Souza-Oficial-225x300.png 225w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Edgar-de-Souza-Oficial-150x200.png 150w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Edgar-de-Souza-Oficial.png 432w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />Quem é Edgar?</strong></p>
<p>Edgar de Souza &#8211; é Sociólogo formado pela Unesp e está estudando Teologia pela Faculdade Unida de Vitória.</p>
<p>Foi conselheiro tutelar, vereador por três mandatos e duas vezes prefeito de Lins.</p>
<p>Alem disso,  atuou como assessor dos governadores João Doria e Rodrigo Garcia e da deputada Ana Carolina Serra.</p>
<p>Atualmente é presidente Nacional do Diversidade Tucana e membro da Executiva Nacional da Federação PSDB/CIDADANIA , e ainda,  ocupou cargos com vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos e consultor da superintendência do Sebrae-SP.</p>
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		<item>
		<title>Política e Liderança: O protagonismo feminino e os novos rumos para o Brasil</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/politica-e-lideranca-o-protagonismo-feminino-e-os-novos-rumos-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Selma Cezar]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Selma Cezar Falar sobre o protagonismo feminino na política vai muito além de cumprir regras de partidos ou preencher espaços em palanques. Trata-se de transformar a política em uma ferramenta real de acolhimento e mudança social. Quando uma mulher assume um papel de liderança, ela leva consigo a vivência de milhares de outras, mulheres [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Selma Cezar</strong></em></p>
<p>Falar sobre o protagonismo feminino na política vai muito além de cumprir regras de partidos ou preencher espaços em palanques. Trata-se de transformar a política em uma ferramenta real de acolhimento e mudança social. Quando uma mulher assume um papel de liderança, ela leva consigo a vivência de milhares de outras, mulheres trabalhadoras e chefes de família que, por muito tempo, viram as decisões serem tomadas sem que suas reais necessidades fossem ouvidas.</p>
<p>O Brasil vive um momento decisivo, é preciso responsabilidade, conhecimento mínimo sobre política para então tomarmos decisões assertivas. Os novos caminhos para o nosso país exigem menos brigas, mais gestão eficiente combinada com empatia. É exatamente aí que a liderança feminina faz a diferença. Nós, mulheres, temos a capacidade de olhar para a administração pública através do cuidado. Não um cuidado que gera dependência através do assistencialismo, mas um cuidado que fortalece: aquele que entende que apoiar a mulher é a melhor forma de proteger e estruturar toda a família.</p>
<p>Aqui em Santana de Parnaíba, transformamos essa visão em prática diária na Secretaria da Mulher e da Família. Entendemos que a verdadeira liderança nasce da autonomia. Por isso, criamos projetos que oferecem desde o amparo psicológico e jurídico para mulheres em situação de vulnerabilidade, até cursos de capacitação profissional e incentivo ao empreendedorismo. Quando damos a uma mulher as ferramentas para ela sustentar seus sonhos, mudamos a realidade do seu lar e mostramos para as próximas gerações que o lugar da mulher é onde ela quiser — inclusive na política.</p>
<p>&#8220;A política se transforma quando a mulher entra nela, um lugar que muitas vezes carrega uma atmosfera de disputa de poder, passa a ser mais leve, verdadeiro e empático, pois a mulher carrega dentro dela o propósito de gerar vidas e transformar pessoas.&#8221;</p>
<p>O cenário que hoje temos em Santana de Parnaíba, é de crescimento, mas ainda nos impõe grandes desafios. Apesar de todo incentivo , o número de mulheres em cargos de decisão ainda é baixo comparado ao que queremos, mas sei que isso é reflexo de barreiras históricas que estamos quebrando dia após dia. O espaço que defendemos para as mulheres no Brasil não é de confronto, mas de soma. Uma sociedade só é justa e democrática de verdade quando a mesa de decisões reflete o povo que ela representa.</p>
<p>Os novos rumos para o Brasil dependem, inevitavelmente, de termos mais mulheres liderando. Com sensibilidade, coragem e firmeza, vamos continuar mostrando que é possível governar para quem mais precisa e construir um futuro muito melhor para todo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agenda Cultural: Copa do Mundo &#8211; Futebol, Cultura e Economia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-copa-do-mundo-futebol-cultura-e-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 23:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/?p=61065</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Marluci Zanelato  Muito além de um campeonato esportivo, a Copa do Mundo movimenta a economia, fortalece a identidade nacional e reafirma o futebol como uma das maiores expressões da cultura brasileira. A Copa do Mundo é muito mais do que uma competição esportiva. Desde sua primeira edição, em 1930, no Uruguai, o torneio tornou-se [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-copa-do-mundo-futebol-cultura-e-economia/">Agenda Cultural: Copa do Mundo &#8211; Futebol, Cultura e Economia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Marluci Zanelato </strong></em></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont17"><br />
Muito além de um campeonato esportivo, a Copa do Mundo movimenta a economia, fortalece a identidade nacional e reafirma o futebol como uma das maiores ex</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17">pressões da cultura brasileira.</span></span></p>
<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont17">A Copa do Mundo é muito mais do que uma competição esportiva. Desde sua primeira edição, em 1930, no Uruguai, o torneio tornou-se um dos maiores eventos culturais do planeta, capaz de unir povos, movimentar economias e fortalecer identidades nacionais. No Brasil, onde o futebol é reconhecido como um importante patrimônio cultural, cada edição do Mundial transforma a rotina das cidad</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17">es, das famílias e do comércio.</span></span></p>
<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont17">A relação entre o Brasil e a Copa do Mundo é marcada por momentos históricos. O traumático “</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17">Maracanazo</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17">”, em 1950, quando a seleção brasileira foi derrotada pelo Uruguai na final disputada no Maracanã, tornou-se um dos episódios mais emblemáticos da história do esporte nacional. O cenário mudou em 1958, quando o Brasil conquistou seu primeiro título mundial, na Suécia, iniciando uma trajetória que faria do país o maior campeão da competição, com cinco títulos (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002). Nomes como Pelé, Garrincha, Romário, Ronaldo e Marta ajudaram a consolidar o futebol brasileiro como símbolo de criatividade,</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17"> talento e identidade cultural.</span></span></p>
<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont17">A Copa também influencia diretamente a cultura popular. Durante o torneio, ruas são decoradas com bandeiras, moradores organizam festas coletivas, escolas promovem atividades temáticas e comerciantes investem em vitrines e campanhas especiais. As cores verde e amarela ocupam espaços públicos e privados, fortalecendo um sentimento de pertencimento que ultrapassa o resultado dos jogos. Mais do que acompanhar partidas, milhões de brasileiros vivenciam uma experiência coletiva que atravessa</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17"> gerações e reafirma tradições.</span></span></p>
<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont17">No aspecto econômico, os impactos são igualmente expressivos. O comércio registra aumento nas vendas de alimentos, bebidas, televisores, roupas esportivas e artigos de decoração. Bares, restaurantes, hotéis e o setor de turismo costumam ampliar seu faturamento durante o período da competição. Grandes eventos esportivos também estimulam investimentos em infraestrutura, transporte, hotelaria e serviços, além da geração de empregos temporários e do fortalecimento da atividade</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17"> econômica em diversos setores.</span></span></p>
<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont17">Nos estados brasileiros, esses impactos variam conforme as características econômicas de cada região. Em estados com forte vocação turística, a Copa impulsiona hotéis, restaurantes, transporte e entretenimento. Já nos estados com economia baseada no comércio e nos serviços, observa-se crescimento nas vendas e maior circulação de consumidores durante os dias de jogos. Mesmo localidades que não sediam partidas são beneficiadas pelo aumento do consumo e pela mobilização so</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17">cial proporcionada pelo evento.</span></span></p>
<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont17">Mais do que um campeonato de futebol, a Copa do Mundo representa um fenômeno social capaz de integrar cultura, economia e identidade nacional. Em um país onde o futebol faz parte da memória coletiva, o Mundial reafirma tradições, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17">desperta</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17"> emoções e demonstra como o esporte pode influenciar diferentes dimensões da vida em sociedade. Ao longo de quase um século, o torneio consolidou-se como um fenômeno global que ultrapassa fronteiras, conecta diferentes culturas e evidencia como o esporte pode ser um instrumento de integração, desenvolvimento e valor</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont17">ização da identidade dos povos.</span></span></p>
<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont17">Ao final de cada Copa, o apito encerra os jogos, mas seus impactos permanecem vivos nas ruas, na economia, na cultura e na identidade de milhões de brasileiros.</span></span></p>
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